
Atendendo a demanda do público, o Circo Teatro do Moleza continua em Cerro Largo, desta vez com apresentações na sexta e no sábado a partir das 20hs, ao lado do novo Supermercado Jaeschke. Crianças de até 12 anos não pagam ingresso mediante a presença de um adulto pagante!
ATRAÇÃO PARA TODA A FAMÍLIA
Desde os últimos dias, o Circo Teatro Moleza está em Cerro Largo. Em entrevista, Alessandra Pariz e o esposo Flávio Pariz, contam sobre a atuação no ramo e espetáculos programados para a cidade.
TEATRO E CIRCO
As peças que serão apresentadas comportam a participação de toda a família, tanto crianças quanto adultos e idosos. Acampados ao lado do novo supermercado Jaeschke, o grupo promete trazer muitas gargalhadas para o público. Um diferencial do Moleza é a integração entre teatro e circo. ‘‘São peças teatrais que contêm o espírito do circo. É um trabalho diferenciado, que conta com atenção também às crianças autistas. Estamos preparados para atendê-las’’, disse.
O repertório do grupo é vasto, comportando cerca de 28 peças, algumas das quais poderão ser acompanhados no evento deste final de semana. Estarão em destaque ‘‘Casa do Fantasma’’, ‘‘Ator da Rede Globo’’ e ‘‘O falso pianista’’.
5ª GERAÇÃO DO CIRCO
A família Pariz tem orgulho de dizer que cultiva as tradições da profissão. ‘‘Nossos filhos Lucas e Felipe representam a quinta geração da família na atividade. A bisavó deles, Teresinha Michols, tem 93 anos e continua mantendo as tradições sendo dona do Circo Balão Mágico’’, disse Alessandra.
MOLEZA COM SEIS ANOS DE ESTRADA
Embora a família tenha anos de estrada com teatro e circo, Alessandra e o marido criaram o Moleza há pouco tempo. O grupo se apresenta com seis integrantes, contando, inclusive, com a atuação do casal fundador do teatro e dos filhos.
VIVER DO TEATRO
Com vasta trajetória na estrada, a família Pariz lembra de alguns episódios marcantes na carreira, a exemplo dos desastres naturais que causaram danos na estrutura do Circo Teatro. O mais recente ocorreu na madrugada de sexta-feira, 20 de setembro, em que um vendaval destruiu parte da estrutura que foi montada em vista das futuras apresentações em Cerro Largo.
Em 2019, um fato ainda mais marcante aconteceu, também no Rio Grande do Sul. Um tornado comprometeu a estrutura do Circo Teatro durante estadia no município de Barracão. ‘‘O ônibus em que meus dois filhos estavam virou. Eles não se feriram’’, disse Alessandra.
Enaltecendo os desafios da profissão, ela complementou ainda que a vida de quem se dedica ao circo e teatro requer muito amor à profissão, já que, devido ao uso dos telefones celulares, as crianças estão deixando de possuir essa vivência de ir ao circo, diminuindo a participação das pessoas por onde o Moleza passa. ‘‘Não dá para trabalhar no circo por dinheiro, mas sim pelo amor ao que fazemos. É uma satisfação poder levar cultura e diversão para as crianças, adolescentes, jovens e idosos’’, finalizou em entrevista.
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