
MATÉRIA PUBLICADA NA EDIÇÃO IMPRESSA DO DIA 18 DE OUTUBRO DE 2024
Em Cerro Largo, Carmo Schneider, morador da Tremônia, possui 70 hectares destinadas à cultura. As áreas estão concentradas na Linha Primeira, Tremônia e Santa Bárbara. As primeiras áreas de trigo foram plantadas em meados de maio. A geada não atingiu a lavoura e o desenvolvimento foi satisfatório. Entretanto, foi a chuva que trouxe prejuízos e diminuíram a rentabilidade da lavoura. O agricultor destacou que o excesso de água foi constatado no período pós enchimento de grãos.
A colheita teve como média um PH de 75, abaixo dos 78, que é considerado um trigo de melhor qualidade. ‘‘Com essa última chuva que ocorreu nesta semana, a expectativa é de que o PH diminua ainda mais’’, disse em entrevista.
Em média, o rendimento da primeira área que foi colhida está em 25 sacas por hectare, número que não agrada o agricultor. ‘‘O rendimento está ruim e o preço pago pela saca também é baixo’’, acrescentou.
O produtor cerro-larguense salienta que escalonou as áreas de plantio, que vão apresentar diferentes rendimentos, mas ainda aquém do que gostaria. ‘‘O trigo que plantei mais cedo, cuja colheita estamos fazendo, não teve um rendimento bom. Entretanto, as próximas áreas, prestes a entrar no período de colheita, aparentemente estão um pouco melhor, mas ainda não representando uma boa média. As áreas que plantei mais tarde e que ainda estão em fase de desenvolvimento, pegaram chuva na fase de florescimento e enchimento de grãos; e a expectativa é de colher triguilho’’, disse. A chuva demasiada também está fazendo com que o trigo pronto para a colheita brote na lavoura.
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